No documento, a empresa afirma manter um “diálogo constante” tanto com a direção do Iapen quanto com os policiais penais. O objetivo deste canal de comunicação, segundo a Nutrimax, é “assegurar a qualidade das refeições fornecidas”.
A contratação da empresa ocorreu por meio de um processo licitatório emergencial. A Nutrimax destacou que saiu vencedora por ter apresentado “o menor preço, significativamente inferior ao da segunda colocada”. O texto enfatiza a experiência da empresa no setor público, mencionando que ela “fornece alimentação a diversos entes públicos municipais e estaduais em todo o Brasil”. Este histórico, de acordo com a nota, serve para demonstrar sua capacidade e afastar qualquer suspeita sobre sua contratação, afirmando categoricamente que não há “qualquer tipo de irregularidade”.
Sobre a qualidade da comida servida, a Nutrimax assegura que a alimentação segue “rigorosos padrões de controle de qualidade”, estando em conformidade com todas as exigências contratuais e sanitárias. A empresa reconhece que “eventuais ocorrências pontuais podem acontecer”, mas garante que todas são “imediatamente tratadas e sanadas”, reafirmando seu “compromisso permanente com a segurança alimentar e a satisfação de todos os atendidos”.
A nota surge em um contexto de crescente atenção sobre as condições do sistema prisional e os contratos de terceirização, buscando tranqüilizar os órgãos fiscalizadores e o público sobre a legalidade de sua atuação e a qualidade do serviço prestado.