Desmascarando o plano da Turma do Atraso do Amapá
Movimentos orquestrados em Brasília levantam suspeitas de perseguição política contra o prefeito de Macapá, Dr. Furlan
Primeiro foi o rumoroso caso do “Xaropinho”, depois a tentativa frustrada de cassação na Câmara de Vereadores de Macapá. Agora, surge mais um episódio que aumenta a desconfiança popular: a Procuradoria-Geral da República (PGR) teria solicitado à Polícia Federal que realizasse buscas em obras ligadas à gestão do prefeito Dr. Furlan.
A operação chama atenção por atingir justamente uma das construções mais aguardadas da capital — um novo hospital, que representa um avanço histórico para a saúde pública de Macapá. Enquanto isso, a obra do novo Hospital de Emergência do Estado segue em ritmo lento, sem explicações convincentes por parte do governo estadual.
Nos bastidores, o comentário é de que haveria forte influência de um senador da republica e de empresário e dirigente de Sindicato das Indústrias de Construção , junto aos poderes em Brasília, e que setores da chamada “Turma do Atraso” estariam arquitetando armadilhas políticas contra o prefeito, que mantém a maior aprovação popular da história recente de Macapá e desponta como favorito nas eleições para governador do Amapá.
O cenário reforça a percepção de que não se trata apenas de disputa administrativa, mas de uma tentativa de enfraquecer um projeto político que vem conquistando apoio maciço da população. O povo, no entanto, demonstra estar atento — e vacinado — contra as velhas práticas da política local.
Mas o povo do Amapá já conhece e está vacinado com os truques da Turma da Harmonia que comanda o Amapá há cerca de 30 anos e não quer largar o poder.