Tentativa de golpe contra o legítimo prefeito de Macapá
A decisão da Câmara Municipal de Macapá (CMM) em aceitar uma denúncia por crime de responsabilidade contra o prefeito Dr. Antônio Furlan (Podemos), nesta terça-feira (19), acendeu o alerta sobre uma possível manobra política para afastar o gestor eleito pelo povo.
A denúncia, apresentada após o episódio de domingo (17), envolvendo Iran Fróes e o jornalista Heverson Castro, não conta com provas robustas, nem conclusão de inquérito. Ainda assim, a Câmara deu andamento ao pedido apenas com base no relato da suposta vítima, abrindo caminho para um processo de cassação que ameaça a estabilidade política da capital.
O fato levanta questionamentos graves: estaria a Câmara sendo usada como instrumento de grupos políticos que não aceitam a força popular do prefeito? Seria este um “golpe parlamentar” contra um gestor que mantém alto índice de aprovação e vem entregando obras e serviços à população?
A Comissão Processante será formada pelos vereadores Ruzivan, Alessandro e Azevedo, que terão a responsabilidade de conduzir as investigações. Mas o início do processo já revela sinais de um julgamento político, e não jurídico, contra o prefeito.
O povo de Macapá elegeu Antônio Furlan democraticamente para comandar a prefeitura até 2028. Tentar cassar seu mandato sem provas concretas é atentar contra a própria democracia. A cidade precisa de trabalho e continuidade nas políticas públicas, não de instabilidade fabricada em gabinetes.
A verdade é clara: por trás dessa movimentação, o que se desenha é uma tentativa de golpe contra o legítimo prefeito de Macapá.