Durante anos, o mês de julho representava fuga e frustração para a economia de Macapá. Na gestão do então prefeito Clécio Luis — hoje governador do estado — a cidade se tornava um local esvaziado nas férias escolares. Sem programação cultural, turística ou de lazer, milhares de amapaenses deixavam a capital em busca de entretenimento em outras regiões, principalmente no tradicional Festival do Camarão, no município de Afuá (PA), que chegava a atrair mais de 50 mil pessoas da capital amapaense.
Macapá, na época, era considerada uma cidade sem vida turística, sem atrativos urbanos e distante de qualquer proposta que valorizasse seus talentos, paisagens e cultura local. Resultado: evasão de receita, comércio fraco e sensação de abandono entre os empreendedores locais.
Hoje, o cenário é completamente diferente. Com o prefeito Antônio Furlan, a capital do Amapá vive um novo tempo. A cidade foi resgatada como destino turístico e tem sido valorizada não apenas pelos moradores, mas também por visitantes de outros estados, com destaque para os paraenses.
A programação do Macapá Verão 2025 virou símbolo dessa virada: navios atracando cheios de turistas, eventos culturais espalhados por vários pontos da cidade, shows nacionais e locais, praias lotadas, economia aquecida, empreendedores faturando alto e uma cidade viva, bonita e organizada.
“A prefeitura investe, e a população e os empresários devolvem em forma de movimentação econômica e cultural. Os números no fim do mês vão provar o sucesso dessa política pública”, afirma um gestor da área de turismo municipal.
Com uma política de valorização da cultura, apoio ao empreendedorismo e foco no turismo sustentável, a gestão Furlan não apenas segurou os macapaenses em casa como atraiu milhares de visitantes, consolidando Macapá como o novo destino de férias no coração da Amazônia.