Deputado R. Nelson EXPÕE Autoritarismo do Governo e Reafirma Compromisso com o Povo Amapaense

Deputado R. Nelson denuncia autoritarismo e reafirma papel fiscalizador no Amapá

Durante entrevista ao programa Fala Comunidade, da Forte  FM 99.9, neta sexta-feira,23,  o deputado estadual R. Nelson fez um contundente desabafo sobre o cenário político atual do Amapá. Em tom firme, o parlamentar ressaltou a importância de seu mandato como instrumento legítimo da sociedade para cobrar, fiscalizar e exigir políticas públicas de qualidade. Segundo ele, essa função vem sendo constantemente atacada por uma gestão estadual que, segundo suas palavras, “odeia o debate” e reprime qualquer forma de crítica.

 

“O mandato parlamentar ainda é a voz do povo”, afirmou R. Nelson, enfatizando seu compromisso com a educação, saúde e infraestrutura do estado. Contudo, ele fez questão de destacar as barreiras que enfrenta para cumprir esse papel: “Temos um governo ditador, que quer os 24 deputados na base. Já se viu um negócio desses? Isso quebra o sentido da democracia.”

 

A crítica direta ao governador revelou um cenário preocupante de intolerância política e tentativa de silenciamento do contraditório. Para o deputado, a falta de abertura ao diálogo e à fiscalização são marcas de uma gestão que prioriza o controle político em detrimento do interesse público. “Se você é gestor, tem que estar aberto a críticas, porque é a partir da crítica que você corrige os erros”, pontuou.

 

R. Nelson foi enfático ao afirmar que sua oposição não é pessoal, mas sim contra uma gestão que, segundo ele, se recusa a ouvir e evoluir. “Ele acha que quem critica é inimigo. Não sou inimigo do governador, sou inimigo da má gestão.”

 

A entrevista ecoou fortemente entre os ouvintes do programa, reforçando o papel vital do Parlamento como guardião da democracia. Em tempos de governos autoritários e intolerantes, a voz firme de deputados como R. Nelson se torna ainda mais essencial para garantir que a política amapaense permaneça ao lado do povo — e não à mercê do silêncio imposto pelo poder.

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