Lar Amapá Macapá transforma orelhões abandonados em lixeiras artísticas para combater descarte irregular de lixo

Macapá transforma orelhões abandonados em lixeiras artísticas para combater descarte irregular de lixo

Projeto 'Ecoarte' une Semzur, Oi S.A e artistas locais para revitalizar 15 estruturas; iniciativa alia sustentabilidade e arte urbana em pontos estratégicos da capital

por admin
0 comentário

Capital amapaense dá novo propósito a orelhões obsoletos

Prefeitura de Macapá, através da Secretaria de Zeladoria Urbana (Semzur), está transformando antigos orelhões da Oi S.A em lixeiras ecológicas personalizadas como parte do projeto ‘Ecoarte’. A ação, que já recebeu 15 estruturas doadas pela empresa, combina reciclagem criativa, arte local e educação ambiental para reduzir o descarte irregular de resíduos na cidade.

Como funciona a transformação?

✔ Readaptação estrutural: Conversão das cabines telefônicas em contentores de lixo
✔ Intervenção artística: Artistas locais customizam as peças com temas regionais
✔ Instalação estratégica: Posicionamento em áreas de grande circulação de pessoas

Impactos esperados

  • Redução de 30% do lixo descartado irregularmente nos primeiros 6 meses
  • Valorização do trabalho de artistas urbanos amapaenses
  • Conscientização ambiental através de intervenções criativas no espaço público

Próximas etapas do projeto

➔ Expansão para outros orelhões ainda instalados em vias públicas
➔ Criação de roteiro turístico das “lixeiras-artísticas”
➔ Parceria com escolas para workshops de reciclagem criativa


Diferenciais da iniciativa

🗑️ Solução dupla: Resolve o problema dos orelhões obsoletos e do lixo urbano
🎨 Arte funcional: Transforma equipamentos abandonados em pontos de interesse
🤝 Modelo colaborativo: Envolve poder público, empresa privada e comunidade artística

Como participar:
Artistas interessados em contribuir podem se inscrever na Semzur. A população é convidada a:
✅ Usar corretamente os novos equipamentos
✅ Sugerir locais para instalação
✅ Denunciar vandalismos pelo 156

você pode gostar

Deixe um comentário